Observa-se uma prática perigosa entre empresárias: a confusão entre o capital pessoal e o da corporação. Essa mistura, que muitos consideram inofensiva, é apontada como o ponto de partida para dificuldades sérias. O capital da empresa deve ser religiosamente destinado ao estoque, custos fixos e despesas operacionais. Apenas o saldo restante, após fechar o mês, representa o que pode ser utilizado como retorno. Uma visão crucial para a sustentabilidade de qualquer empreendimento feminino.
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