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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Perícia confirma que arma foi usada para matar policial militar em Mato Grosso

Policial de 47 anos foi morto no dia 22 de janeiro deste ano na cidade de Pedra Preta

Perícia confirma que arma foi usada para matar policial militar em Mato Grosso
Policial (no detalhe) foi assassinado em janeiro deste ano na cidade de Pedra Preta, MT. Foto: Reprodução/Internet
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Uma pistola de calibre 9mm apreendida pela Polícia Civil em março deste ano, durante a Operação Black Stone, foi confirmada em perícia balística como a arma utilizada na execução do sargento Djalma Aparecido da Silva, de 47 anos. O policial foi assassinado no dia 22 de janeiro, na cidade de Pedra Preta, no sul do estado, ao ser atingido por disparos no rosto enquanto caminhava na calçada do centro de eventos local.

A arma, que passou por exame na Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT), foi encontrada com Graciel da Silva Muniz, de 29 anos, principal alvo da operação. Durante o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão, Graciel reagiu às equipes policiais e acabou falecendo no local, um prédio de quitinetes próximo à UFMT, em Cuiabá.

Graciel era o principal investigado na segunda fase da apuração conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis e foi apontado como um dos executores do homicídio do sargento Djalma. Com ele, foram apreendidas duas pistolas de calibre 9mm, uma das quais foi confirmada como a utilizada na execução do policial.

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O delegado Santiago Rozendo Sanches enfatiza que a confirmação da arma no homicídio reforça ainda mais os elementos probatórios coletados durante a investigação.

Avanços na Operação Black Stone

A investigação da Derf Rondonópolis também identificou os responsáveis pelo monitoramento da vítima, tanto em Pedra Preta no dia do crime quanto em Alto Taquari, onde o sargento também prestava serviço. A Polícia Civil conseguiu identificar aqueles que participaram da execução direta do crime e do apoio operacional.

No dia 25 de março, a operação resultou na execução de 13 mandados de busca e apreensão e quatro prisões preventivas de indivíduos implicados no assassinato do policial militar. O inquérito foi concluído em abril, levando ao indiciamento de quatro pessoas por homicídio qualificado e integração em organização criminosa.

A investigação concluiu que o homicídio foi motivado por razões torpes, envolvendo perigo comum e dificultando a defesa da vítima, sendo este um crime praticado contra um agente de segurança pública.

FONTE/CRÉDITOS: Raquel Teixeira | Polícia Civil-MT
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